As audiências deram início 09 horas e seguiu até 01:00 da madrugada desta terça-feira, onde um forte esquema de segurança foi montado para receber todos os envolvidos bem como testemunhas entre e outros que foram citados nos autos do processo.
Na época, durante a operação “Um dos detidos foi o diretor da cadeia pública de Catolé do Rocha no Sertão do estado, Carlos Magno Mesquita, acusado de esconder e falsificar a presença o ex-presidiário Marcos Aleijado, quando vivo, cumpria pena na cadeia de Catolé”. Além da viúva, a irmã e uma cunhada de Marcos, além do ex-motorista e um dos homens de confiança, também foi preso um bacharel em Direito que acompanhava os integrantes da organização criminosa quando um deles ia preso.
“Todas essas pessoas tinham ligação ou trabalhavam para Marcos Aleijado que foi morto no dia 10 de novembro mês de novembro em sua casa no bairro Pio X.
A audiência em Cajazeiras, que teve a frente à juíza das execuções penais Adriana Lins.
Segundo informações do Comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar de Cajazeiras, Tenente-Coronel Cunha Rolim, cerca de 15 policiais foram empregados além de policiais do BOPE na segurança do perímetro e escolta apoiando o sistema penitenciário de Cajazeiras.
Angelo Lima

